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Preto, grosso e chamativo. Assim era aquele bigode que vi no ponto de ônibus. Os pêlos amontoados se confundiam com a boca pequena e sem importância e confesso, ganharam até um charme excêntrico naquele buço suave e ao mesmo tempo masculino.
O bigode já não está em alta, têm mulheres que detestam e outras que só o acham bonito quando vem acompanhado por uma barbicha, formando um cavanhaque. Só que aquele não era convencional.
O dito cujo já deveria ter causado incômodo e até vergonha, ou não. O que sei é que fazia parte do look robusto e peculiar da pessoa, que tinha uma voz fina e um rosto envelhecido. Na verdade, o bigode se assemelhava ás asas de um corvo ou a uma taturana, sendo consumida ou tentando fugir de um acesso de fome.
Pois bem, existe cera quente e barbeador, para quem gosta, é claro! Não acho interessante seguir a natureza humana, deixando crescer desordenadamente os pêlos da face e de outros lugares. Mas, Frida Kahlo lançou a moda e como costumam dizer: “Com mulher de bigode nem o diabo pode”.

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